Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 11/11/2020
A revolução industrial do século XVII trouxe para o mundo muitas inovações, porém, trouxe também a desigualdade social e a fome para a classe operaria. Atualmente no Brasil, essa realidade ainda permanece. Nesse sentido é válido analisar: O alto índice de pobreza existente, bem como a má distribuição de renda.
Inicialmente, é importante compreender que está previsto na declaração Universal dos Direitos Humanos, que todo ser humano deve ter acesso à alimentação. Infelizmente, muitos brasileiros não tem acesso ao seu direito; Isso se reflete no alto índice de pobreza presente no país. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, apontam que 55% da população vive em condições de pobreza ou abaixo dela. Desse modo, a fome vem ganhando destaque e o povo não tem seus direitos respeitados.
De outra parte, a má distribuição de renda dificulta a resolução desse impasse. O escritor e bacharel em ciências sociais, Jorge Caldeira, em seu livro “História da riqueza no Brasil”, fala da péssima distribuição da renda no país. Sendo assim, temos uma parcela da sociedade com muito dinheiro e a outra parcela com pouco dinheiro ou quase nada.
Compreende-se, portanto, que o alto índice de pobreza trás muitos desafios. Diante disso, o Governo Federal, deve por meio de parcerias público-privada auxiliar e ajudar aquelas famílias que se encontram em situação de pobreza ou abaixo dela e através de uma redução de privilégios no poder executivo, legislativo e judiciário fazer a distribuição de renda correntemente para todos os brasileiros, a fim de garantir os seus direitos.