Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 27/04/2020

A revolução industrial deu origem a um processo de socialização, de maior integração entre os indivíduos. No entanto, logo deu início ao cercamento dos campos, causando um êxodo rural, ou seja, uma saída dos camponeses para as cidades. Simultaneamente, com o crescimento da população veio a busca por melhorias sociais. Vale salientar, que a luta pela desigualdade e melhorias sociais persiste no mundo pós-comunista. Em primeiro lugar, o Governo Federal, como instância máxima da Administração Executiva, deve atuar em favor da população, sendo assim, garantir que os cidadãos usufruam dos seus direitos que são fecundados pôr em lei. Apesar de o Brasil ter sido erradicado do mapa da fome em 2014, a fome ainda assola a camada de miseráveis, (nome dado pela ONU aos indivíduos com renda inferior a 30 dólares por mês) com maior agravamento no nordeste do País. Tal realidade pode estar relacionada com a falta de acesso à educação básica, visto que a educação é o meio primordial para combater a desigualdade social no país e no mundo. No entanto, a falta de investimento do Governo Federal para a educação no Brasil, é constantemente discutida politicamente entre a população. Em segundo lugar, é necessário que aja participação direta do povo na busca pelos direitos, e, que os jovens tenham engajamento com ações de políticas públicas voltadas para o combate à fome e a desigualdade social. De acordo com o pensamento Marxista, a luta da sociedade é por causa da divisão de classes. Nota-se que, a divisão de classes no país ainda será vivenciada por décadas, visto que o homem contemporâneo vive uma crise de valores na qual prioriza o ser ao ter. Portanto, fica evidente a necessidade de o Governo Federal, garantir o acesso amplo a educação básica para todos os indivíduos do País. Essa proposta tem por finalidade combater a falta de igualdade social e, também, a falta de conhecimento básico que é um direito de todo cidadão. Tendo em vista que o Estado junto as Secretarias de Educação, devem criar programas de recompensa estudantil para jovens de baixa renda, por meio de bolsa social, sendo assim, reduzindo a taxa de exclusão escolar, consequentemente, reduzindo a desigualdade no País. A final, conforme afirmou Rousseau, “a vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos”