Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 27/10/2019
Ao afirmar, “Se querer prever o futuro estuda o passado”, o filósofo polonês Confúcio, fez uma comparação entre um tempo antecedente e um posterior. De fato, ele estava certo, pois a fome e desigualdade social não é um problema atual. Desde 1888, com o fim da escravidão, africanos viram-se livres, mas sem moraria e o que comer, logo passaram por inúmeras dificuldades o que tornou ainda mais, o Brasil, um país desigual. Nesse contexto, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja pela má educação, seja pela falta de inclusão social. Desse modo, cabe avaliar tais fatores que favorece esse quadro.
É indiscutível que o ensino público deficiente está entre as causa do impasse, tendo em vista que a educação tem o poder não apenas de educar, mas também de abrir portas. Conforme Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Diante disso, é evidente que enquanto a educação brasileira ficar em segundo planto o país nunca desenvolverá por completo. Portanto, a escola deve assumir o papel de incentivador aos jovens, dando a eles o apoio necessário e não ser mais uma decepção fazendo-os perderem a esperança de um futuro melhor. Logo, somente ela, pode abrir as portas para os alunos continuarem os estudos ou para ingressar no mercado de trabalho.
Faz-se mister, salientar ainda a deficiência dos projetos sociais como impulsionador do problema, a maior parte população carente não têm outras oportunidades de melhorar de vida, a não ser a marginalização. De acordo com Emile Durkheim, o governo, a escola e a família são as instituições que formam a coesão da sociedade. Entretanto, o cenário contrapõe Durkhein, pois os projetos implantados pelo governo federal não são suficientes para resolver a questão da fome e desigualdades sociais. Logo, é preciso desenvolver um sistema que ampare essas pessoas, que ofereça a elas oportunidades de empregos, de estudo e moradia. Assim, os erros do passado não se repetiram mais no futuro.
Dessarte, em razão da problemática torna-se indispensável a adoção de medida que usando a educação e a inclusão social faz- se possível conter a fome e desigualdade social no século XXI. Cabe ao Ministério da Educação juntamente da prefeitura municipais além desenvolver melhorias nas escolas, aplicar, no ensino regular, aulas de cursos técnicos, orientadas por professores capacitados, para isso seria preciso uma mudança na grande curricular, fazendo uso do sexto horário. Com a finalidade de fornecer aos jovens estudantes uma formação mais completa e melhores oportunidades de emprego. Outrossim, cabe aos órgãos governamentais aperfeiçoar projetos já existentes e cria outros mais complexos, com a intenção de melhorar gradativamente a vida de pessoas com renda baixa. Dessa forma, consegui-se-á uma sociedade coesa e harmônica.