Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 24/10/2019
Promulgada pela ONU(Organização das Nações Unidas) em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante o direito a alimentação adequada e ao bem-estar social. Conquanto, tendo em vista os cenários de grande mísera na panorama mundial, impossibilita que a parcela mais carente da população desfrute desse direito universal na prática. Se por um lado essa situação persiste devido ao grande desperdício de comida, por outro, a busca pelo capital agrava o crescimento do contraste na esfera social e reforça essa questão.
Em princípio, é importante destacar que a partir da Revolução Verde a produtividade dos alimentos superou a demanda da população. Ademais, se sob uma perspectiva a Revolução ajudou a combater a falta de alimentos, também, fez com que o desperdício alimentar fosse ampliado. Desse modo, a sociedade capitalista dificulta a divisão dos alimentos para uma nutrição adequada aos indivíduos desfavorecidos de renda.
Faz-se mister, ainda, salientar o capitalismo como impulsionador do problema. De acordo com a revolução industrial, em meados do século XVIII, que representou momentos importantes, o capitalismo foi o seu principal marco, no qual foi notório a desigualdade social. Desse modo, os proletários estavam subordinados aos burgueses e estes acabavam concentrando quase todo o capital. Por isso, é possível observar que a desigualdade é bastante aparente e o número de pessoas que passam fome idem.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema, a fim de melhorar o panorama em questão. Dessarte, a ONU deve incitar, com ajuda financeira, os seus países membros a criarem propostas de combate a pobreza, através da geração de empregos, para que haja uma melhor igualdade financeira, com objetivos de amenizar a desigualdade e a tênue a fome efetiva. Feito isso, será superado os reflexos negativos deixado pelas Revoluções Verde e Industrial.