Feminicídio no território brasileiro
Enviada em 20/12/2022
Na obra “utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o feminicídio apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de more. Esse cenário antagônico é o fruto tanto não inferência das leis quanto da educação precária.
Em primeira análise, evidencia-se a inferência das leis. Segundo o Thomas hobbies, o estado é responsável por garantir o bem-estar social. Entretanto isso não costuma acontecer, uma pesquisa feita pelo g1 em 2022 mostra que pouquíssimas leis que favorecem mulheres contra as imensas agressões físicas ou verbais. Em consequência disso, cerca de 700 mulheres morreram por feminicídio este ano. Como resultado disso, deixando diversas famílias desvairadas por conta da falta da presença de seus entes, medidas precisão ser tomadas pelas autoridades competente como o fito de atenuar o revés.
Ademais, é notório a educação precária. Conforme o filosofo Kant, o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Nesse sentido a educação a ser priorizada é a da escola e sim a de casa. Em razão disso a escola e iniciativas governamentais não serão 100% eficazes. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Portanto, cabe a família a fazer uma melhora na sua educação primaria que é a de casa, por meio de uma melhor relação família e explicação mais intensa dos valores fundamentais e básicas de um viver social, fazendo com que desde criança os meninos já saibam ter um respeito redobrado com as mulheres, tendo a ideia de que não bate em uma mulher nem com uma flor, dando assim um paliativo ou cura para este problema. Só assim, o pais poderá superar tal situação.