Feminicídio no território brasileiro
Enviada em 02/11/2022
O Sociólogo Émile Durkheim definiu anomia como um mal presente na sociedade, causada pela ausência de regras morais, bem como jurídicas. Atualmente, existe uma terrível anomia relacionada ao feminicídio no Brasil. Logo, é necessário analisar as causas do problema: o amor compulsivo masculino e a normalização do tema.
Nesse viés, depreende-se que alguns homens não respeitam a escolha de sua parceira. Segundo pesquisas do Correio Brasiliense, uma porcentagem de quase 82% dos casos de feminicídio ( morte de mulheres em contextos de desigualdade de gênero) foi acometida por ex-companheiros. Analogamente, o agressor ataca, fisicamente, a vítima com armas brancas (instrumentos do cotidiano, a exemplo de facas e canivetes) com a desculpa do amor platônico (sentimento adquirido só por parte de um dos cônjuges).Então, é necessário uma precaução para casos como estes.
Outrossim, há um excesso de casos que provoca a normalização. Segundo a teoria da “Banalização do mal”, de Hannah Arendt, uma atrocidade cometida várias vezes se torna natural. De maneira analóga, o crime contra o gênero feminino acontece em alta frequência, então, algumas pessoas não se preocupam mais sobre o tema e só as mulheres temem o supra-mencionado crime. Conclui-se, que deve haver opiniões críticas acerca do feminicídio.
Infere-se, portanto, que o imbróglio necessita ser resolvido. Cabe ao Governo Federal, em parceria com empresas privadas, implantarem mais câmeras em lugares públicos, a fim de filmar as agressões às mulheres, prendendo o criminoso. isso tudo será feito por dinheiro arrecadado por grupos da sociedade que disponham a lutar contra o feminicídio no Brasil. Ainda, cabe às escolas fornecerem psicólogos especialistas, os quais conversariam com meninas e meninos sobre o feminicídio no território brasileiro, com a finalidade de educarem eles para denunciarem crimes como a violência. Assim, existirá menos uma anomia na nação brasileira.