Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 02/08/2021
Segundo o renomado filósofo Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Tal ideia, no entanto, encontra barreiras para ser efetivada, sobretudo, no Brasil, em que a evasão escolar configura um preocupante desafio a ser solucionado no país. Faz-se crucial, dessa forma, analisar a desigualdade social existente e o desinteresse dos adolescentes nas aulas preparadas por professores mal remunerados como principais responsáveis pelo revés.
Nessa lógica, observa-se, antes de tudo, que a estratificação social desigual tem influência no problema. Acerca disso, as desagradáveis políticas públicas. De maneira análoga à crise de 1929, repleta de individualismo, o que, por conseguinte, corrobora o aumento da concentração de renda. Assim, enquanto a desigualdade social permanecer corrente, a evasão escolar continuará a afligir a nação.
Tem-se, ainda, que o desinteresse dos estudantes influencie o impasse. A título de exemplo, a péssima base escolar fundamentada. Nesse sentido, os baixos investimentos na educação brasileira estejam enraízados, de modo que nota-se profissionais mal remunerados. De acordo com os dados de um estudo do Instituto Unibanco, há 1,3 milhão de jovens entre 15 e 17 anos que deixaram a escola sem concluir os estudos. Logo, se faz preciso criar uma medida capaz de combater a irrelevância estudantil.
Portanto, a evasão escolar precisa ser mitigada. Bem como, urge que o Ministério da Educação - responsável pelo sistema educacional - formule novas metas, através de um novo projeto, de modo a reverter o quadro de desigualdades sociais visando qualidade do ensino. Além disso, o governo precisa aumentar os investimentos na educação do país. Com essas medidas, pode-ser-á observar o Brasil livre dos reveses gerados pela evasão escolar.