Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 01/01/2021

De acordo com Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Porém, a ascendente evasão escolar é uma realidade brasileira que impede o avanço educacional. Com isso, a negligência governamental, com relação ao desenvolvimento do ensino, é exacerbada. Como consequência, muitos jovens abandonam a escola sem concluir os estudos.

Primordialmente, a inobservância do Governo não só em melhorar, mas também resolver os problemas na educação é colossal. Segundo um relatório do INEP, no qual avalia o andamento das metas do Plano Nacional da Educação, foi constatato que muitos objetivos ainda não foram concluídos. Por exemplo, o problema do analfabetismo, um dos resultado da evasão, ainda está longe de ser resolvido. Em virtude dos dados supracitados, nota-se a falta de comprometimento do Estado em realizar aprimoramentos no ensino. Visto que o projeto iniciou-se um 2014 e tem prazo até 2024. No entanto, já faz cerca de cinco anos, e vários propositos, que deveriam ter sido cumpridos, continuam estagnados.

Ademais, as consequências são péssimas. Pois vários jovens afastam-se do ambiente acadêmico sem completar os estudos. Conforme dados do IBGE, em 2018 cerca de 11% dos adolescentes deixaram as salas de aula sem concluir o ensino básico. Nesse sentido, percebe-se a escassez da valorização da educação. Haja vista que o número de alunos desistindo do aprendizado é grande. Contudo, a sociedade, que deveria preconizar o conhecimento, não tem tomado medidas eficazes.

Porquanto, A UNESCO, agência das nações unidas como o objetivo de contribuir na educação, e o Poder Executivo devem, juntos, por meio de uma reunião, reorganizarem, de forma eficiente, o dinheiro que é investido na educação. Além disso, o Executivo implante, nas escolas, gincanas que motivem os estudantes a permanecerem no colégio. Com o intuito de que a verba seja utilizada de maneira satisfatória. Assim como, os jovens sejam incentivados a estudar e manterem-se na escola. Dessa forma, o ensino mudará o mundo para melhor.