Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 01/11/2019
“O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. A frase do filósofo prussiano Immanuel Kunt deixa nítida a necessidade da educação na formação de um indivíduo. Entretanto, a evasão escolar presente no Brasil faz com que boa parte dos crianças e jovens não tenham uma educação escolar. Nessa perspectiva, cabe analisar o desinteresse de alguns alunos em aprender e , também, o descaso do Estado com a educação em municípios mais pobres.
Em primeiro lugar, cabe analisar o desinteresse escolar apresentado por alguns alunos. A esse respeito, a falta de interesse na aula, induz estudantes à dispersarem dificultando a aprendizagem. Assim, em meados de 1970, os professores eram visto como autoridades máxima na sala de aula, entretanto, o que se verifica na contemporaneidade é um efeito “bola de neve”, em que os discentes não têm interesse em estudar fazendo com que os doscentes não tenham interesse em lecionar.
Ademais, o descaso do Governo com a educação também é um fator a ser analisado. De acordo com o sociólogo John Locke, através de um contrato social, a população elege uma pessoa, a fim de que ele garanta os direitos básicos para todos. Porém, os governantes brasileiros não fazem jus de seus cargos, ao não construírem escolas em municíos pobres e deixando faltar transporte para jovens que desejam estudar, mas moram logem do instituto, tirando, assim, a vontade deles estudarem.
Diante do exposto, medidas são necessárias para reduzir o impasse. Sendo assim, o Ministério da Educação deve propor ao poder Execultivo um aumento nos investimentos de construção de escolas, apresentando dados comprovantes de que um dos motivos da evasão escolar é a longa distância entre casa e escola. As escolas a serem construidas, devem ser um ambiente organizado e colorido, a fim de fazer com que os estudantes fiquem confortáveis e queiram estudar. Isso feito, espera-se uma diminuição da evasão escolar brasileira.