Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 01/11/2019
Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher a melhor maneira de agir e pensar. Todavia, a respeito da evasão escolar no cenário atual do Brasil, recai sobre os governantes meios para combater tamanha problemática. Nesse contexto, deve-se analisar a vulnerabilidade social dos indivíduos e a dificuldades no mercado de trabalho diante evasiva da esfera educacional.
Em primeira perspectiva, é importante destacar a fragilidade social que favorece a ampliação do impasse. Ainda sob esse ângulo, o filme “Cidade de Deus”, retrata a inserção de adolescente no crime como promessa de elevação social. Assim sendo, fora da ficção, os dados apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), apresentam que a maioria dos indivíduos que passa pelo processo de evasão são jovens de baixa renda, que muitas vezes, entram no crime como promessa de ascensão social. Desse modo, são necessárias medidas para inibir essa adversidade.
Ademais, atrelado instabilidade coletiva, salienta-se os obstáculos na garantia de posto de trabalho para cidadãos. Nesse viés, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que as dificuldades apresentadas para obtenção de posto de trabalhos são observado de maneira comum, porém essa dificuldades são ampliadas para cidadãos que evadiram-se do meio educacional, sendo obrigados ocupar posto de trabalhos precários sem amparo legal das Leis Trabalhistas.
Torna-se evidente, portanto, a atuação do Ministério da Cidadania, por meio de recursos federais, crie programa de assistência social para os jovens em situação vulnerável, com objetivo de contribuir na renda da família, bem como promover parceira com empresas privadas para ofertar estágios remunerados, assim evitará que os jovens entrem no crime como meio e elevação social. Outrossim, o Ministério da Educação, deve ampliar o programa Educação para Jovens e Adultos para atingir maiores públicos, assim mediante as boas escolha, conforme Sartre, reduzirá a evasão.