Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 28/10/2019
“A boa educação é moeda de ouro. Em toda a parte tem valor.” De acordo com o Padre Antônio Vieira, a educação é um importante fator de formação para o indivíduo. Tal epígrafe se relata como uma problemática na realidade brasileira, na qual o índice de evasão escolar se mostra numericamente grande entre os jovens, onde 1,3 milhões deixaram a escola sem concluir os estudos (IBGE). Ora, uma mazela corroborada, seja por discurso familiar ausente, seja por péssimas condições das escolas.
Nessa perspectiva, encontra-se, à priore, a ignorância familiar com essa mazela. “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.” Na ótica do escritor brasileiro, Coelho Neto, é exposto que a didática dos filhos é espelho das escolhas das ações dos pais. Tal assertiva se faz presente na questão da evasão escolar, logo, entende-se que os pais é um fator de destaque nessa realidade, haja vista que grande parte da população brasileira possui renda baixa e ausência de um ensino completo. Com isso, tem-se um impulso nessa problemática.
Outrossim, é as péssimas situações das escolas públicas. De acordo com a revista Época, o ensino público no Brasil se encontra estagnado, ruim e desigual. Diante disso, entende-se que evasão escolar é reflexo de uma infraestrutura precária, ou seja, é um instituto incapaz de formular a educação sobre aqueles jovens. De fato, um ambiente banalizado e desestruturado, eis um âmbito largado por parte da sociedade.
Portanto, refletir sobre a evasão escolar no Brasil se faz necessário. Urge que o ambiente familiar impulsione a entrada de seu rebento, por meio de discursos que trabalhe a importância da educação para o futuro da sua vida, com o intuito de dar a eles uma vida próspera com uma didática positiva. Ademais, é crucial que o Ministério da Educação (MEC) fiscalize as situações da escolas e as melhore, por meio de investimentos nessa área, a fim de corroborar para a mortificação do abandono do ensino. Assim, essa problemática se encontrará ameaçada e, a “moeda educacional brasileira” será mais valorizada em outras terras.