Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 06/09/2019
Segundo o pedagogo e filósofo Paulo Freire, a sociedade não muda sem a educação. Desse modo, fica claro que a educação é importantíssima para o desenvolvimento social. Porém, com o descaso em que a educação tem se encontrado, fica difícil manter o estudante estimulado a aprender. Além desse descaso, há também a falta de incentivo da família e a baixa renda aumentam ainda mais os números de porcentagem da evasão escolar.
Em primeiro plano, por um lado as pessoas que fazem parte da classe social cuja renda é baixa tendem a abandonar com mais facilidade o ambiente escolar para trabalhar e assim possuir um meio de sustento e ajudar dividendos da família. Por outro lado, os mesmo não recebem o incentivo da família de continuar a estudar e garantir um futuro com menos incertezas. Dessa forma, os mesmos se encontrarão com dificuldades de conseguir um bom emprego já que o mercado de trabalho exige cada vez mais o ensino completo, entre outras qualificações.
Ademais, a ausência de uma boa infraestrutura, a falta de professores mais qualificados e a carência de materiais, que deixam as aulas mais dinâmicas, desestimulam o estudante a se manter no âmbito escolar, contrapondo, assim,a magna Carta Brasileira de 1988 que diz que todos tem direito a educação de qualidade.
Torna-se evidente, portanto, que o Estado, juntamente com o MEC (Ministério da Educação), mude as estratégias para que o aluno se sinta mais confortável em permanecer na escola. Dessarte, deverá reformar as estruturas das instituições de ensino, incluir materiais tecnológicos e dinâmicos, para que assim os índices de evasão escolar diminua e o estudante se sinta motivado ao continuar na escola, terminar os estudos e consequentemente conseguir um emprego melhor.