Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 27/07/2019
A educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Paralela a essa lógica, as palavras de Nelson Mandela remetem uma analógica com o atual cenário educacional brasileiro, visto que a busca pelo conhecimento acarreta a ascensão do indivíduo na conjuntura dominante. Entretanto, fatores como negligência escolar e carência econômica corroboram no egresso do estudante no meio acadêmico.
Em primeiro plano, ressalta-se que a escola tem um papel fundamental na inserção do indivíduo no meio. Nesse contexto, quando a instituição demanda de um amparo eficiente para instruir o aluno a desenvolver uma aptidão no ensino e buscar o conhecimento como forma de preparo para a incorporação no meio de trabalho, dispõe a garantia de permanência do jovem na escola. Todavia, a realidade brasileira é composta por várias facetas, uma grande parte dos colégios revigora uma escassez de mecanismo para suprir essa negligência, além da ausência de professores para dar um suporte necessário. De acordo com o IBGE, entre os anos de 2004 à 2014, mais de 1 milhão de adolescentes de idade superior a 14 abandonaram a escola sem concluir o ensino médio.
Concomitantemente, é de suma importância salientar as consequências da evasão dos jovens na escola. Nesse sentido, é evidente que o corpo social carente é o que mais padece nesse cenário, uma vez que com o desprovimento dos meios materiais, os adolescentes saem em busca de trabalho para obter a sobrevivência da família e, consequentemente, desligam-se do ambiente escolar. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, posto que a insatisfação do meio de trabalho e o afastamento na instituição de conhecimento pode desenvolver o acesso desse adolescente na criminalidade, maximizando a infração no Brasil. Por outro lado, a permanência no ensino gera um conhecimento mais apurado e rebuscado, elevando sua disponibilização no meio socioeconômico.
Fica perceptível, portanto, que medidas para mitigar o desmazelo escolar são necessárias para minimizar os seus impactos na sociedade brasileira. Logo, é imprescindível que o Ministério da Educação em parceria com os Assistentes Sociais da localidade carreguem-se de instruir investimentos infraestruturais essenciais para a didática do ensino, principalmente em locais de maior carência e precisão, designando materiais de ensinamento instrutivo para desenvolver aspectos intelectuais e motor, promovendo palestras de cunho incentivador com o intuito de estimular os estudantes a concluir o ensino e desencadear um pensamento indutivo, para que possa suceder um futuro próspero e enraizado de conhecimento.Assim, poder-se-iá verificar uma sociedade mais produtiva.e desenvolvida.