Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 28/07/2019
A evasão escolar é o ato de parar de frequentar as aulas de uma instituição de ensino. O abandono do ambiente acadêmico é bastante prejudicial, principalmente, quando pretende-se arrumar um trabalho bem remunerado. No Brasil, segundo o Instituto de Geografia e Estatística, mais de um milhão de jovens entre 15 e 17 anos deixam as escolas. Dessa forma, a precária estrutura dos colégios e fatores socioeconômicos são os principais fatores da problemática.
Em primeira análise, falta de estrutura das instituições de ensino públicas do Brasil desanimam os alunos. A Constituição Federal de 1988 diz que a educação é um dever do Estado, no entanto o poder público descumpre a lei maior do país, em que existem centenas de escolas em situações criticas, como a falta de energia elétrica e materiais didáticos. Diante disso, a negligência estatal gera um desestimulo nos estudantes que optam abandonar os estudos.
Além disso, problemas sociais e econômicos contribuem com a evasão escolar. Várias famílias brasileiras possuem situações econômicas nada favoráveis e com isso muitos jovens preferem sair do colégio e trabalhar para ajudar em casa. Ademais, problemas como violência afastam os alunos dos colégios, exemplo disso é o Rio de Janeiro que em dias de operações policiais as instituições de ensino não abrem. Dessa forma, o abandono escolar é extremamente prejudicial, pois os jovens acabam sendo prejudicados na hora de arrumar um trabalho, principalmente com carteira assinada e bem remunerados.
Mediante o exposto, portanto, a falta de estrutura nas instituições de ensino e a dificuldades financeiras e sociais causam o abandono escolar. Em razão disso, O Ministério da Educação em parceria com estados e municípios devem cria uma programa para melhorar estruturalmente os colégios, contratando mais funcionários, comprando mais materiais didáticos e procurar manter fornecimento de energia e água. Outrossim, as prefeituras em parcerias com empresas privadas deve fornecer mais empregos de jovem aprendiz, para assim manter os alunos no ambiente acadêmico e permitir que ajudem financeiramente os familiares em casa.