Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 27/07/2019
Consoante ao pensamento de Nelson Mandela apenas a educação é capaz de mudar o mundo. Contudo, esse conceito se encontra deturpado no país, tendo em vista que a evasão escolar ainda é uma realidade brasileira devido, não só a falta de assistência dos responsáveis, como também a ineficácia fiscalização das autoridades competentes. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes para reverter essa problemática.
Deve-se pontuar, de início, os motivos pelos quais muitas crianças e jovens abandonam os estudos, como a gravidez na adolescência, a necessidade de trabalhar, as dificuldades enfrentadas para se locomover até as instituições escolares ou até mesmo a falta de interesse dos estudantes.
Todavia, de acordo com a Constituição Federal - promulgada em 1988 - é dever dos pais assistir, criar e educar seus filhos. Logo, atitudes acertadas dos responsáveis para resolver os impasses, pode diminuir a quantidade de cadeiras vazias nas salas de aula.
De mesmo modo, destaca-se, que além da falta de incentivo dos genitores e progenitores, a fraca inspeção dos órgãos responsáveis, como o MEC (Ministério da Educação) está entre os motivos para persistência do cenário. Pois, através do supervisionamento constante é possível averiguar a quantidade de faltas de cada estudante, e a partir destas informações, investigar as causas para analisar como deve proceder diante de cada caso.
É notório, portanto, que há entraves a serem resolvidos para minimizar esse revés. Nesse sentido, o governo, em parceria com o MEC deve intensificar a vigilância nas escolas através de relatórios mensais, e com o apoio de assistentes sociais levar os jovens de volta aos colégios. Em paralelo, comunhão com ONGs, como exemplo a Fundação Bradesco, que oferece educação e profissionalização a população de baixa renda, os que são mais vulneráveis a evasão, através de palestras, poderá despertar o interesse dos alunos. Dessa maneira, esse problema sairá da inércia.