Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 25/02/2019

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),mais de 1 milhão de jovens abandonaram a conclusão de seus estudos.Esta recorrência,deve-se á fatores que impedem ou desestimulam a presença do aluno em seu devido ambiente escolar,uma vez que,este fato repete-se com maior frequência nas classes mais pobres,no qual,a procura precoce por uma oportunidade de trabalho rouba o direito legislativo de aprendizado, assegurado pela Constituição Federal de 1988, visto que garante o bem-estar de todos.Contudo, o processo de evasão escolar tem aumentado, seja pela necessidade financeira, condições de saúde e gravidez, ou pelo desestímulo intelectual.

Em primeiro plano,é notório que os problemas na base da formação educacional do indivíduo,transparece de fatores sociais.Segundo o filósofo chinês,Confúcio,“a cultura está acima da diferença de condição social”,assim,há um favorecimento no processo estudantil proporcional a renda,o que provoca uma ascensão ainda maior.Todavia,casos de gravidez na adolescência,acentuam também,o distanciamento da formação destas meninas,nas quais,majoritariamente, não recebem apoio psicológico institucional.

Paralelo a eta questão,é indispensável ressaltar que, o distanciamento entre a rede de ensino,principalmente público,e o aluno, condicionam ainda  mais o desestímulo juvenil pelo engajamento em sua formação acadêmica,propiciando o desinteresse destes estudantes em concluírem este ciclo.Desta forma,o processo estrutural não acompanha as realidades vigentes das famílias destes jovens,ocasionando a falta de vontade em permanecerem na escola.

Diante desta problemática,constata-se que, a permanência do jovem cidadão até o período de conclusão de seus estudos, gera uma formação individual estruturada e promove-o maior desempenho em seu papel social.Assim, cabe a Secretaria da Educação motivar e impulsionar as instituições educacionais, reestruturando de forma eficiente a base educacional dos alunos, agregando também, visitas domiciliares e acompanhamentos psicológicos para que haja maior estímulo e permanência dos estudantes no ambiente escolar.