Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 01/11/2018
Diante de um contexto em que a educação brasileira básica- ensino fundamental- se mostra obrigatória para crianças e adolescentes, percebe-se grande divergência no cenário atual do país, onde uma considerável parcela desses jovens se encontram não matriculados a qualquer instituição de ensino. Tal fato advém geralmente da falta de interesse por parte de pais e responsáveis e até mesmo por alunos na busca pela educação, além da ocorrência precoce de eventos que dificultam o frequente acesso do jovem à escola.
Pode-se associar a falta de interesse estudantil com a ausência de dinâmica nas aulas, o que dificulta a atenção do aluno, assim como sua frequência em sala. A aplicação de formas alternativas desprendendo-se do comum uso de livros e enciclopédias, podem auxiliar o educando com relação à concentração e interesse a cerca daquilo que lhe é mostrado.
Em adição, o acesso ao ensino apesar de obrigatório dos seis aos quatorze anos - segundo a constituição brasileira - não se dá a todos inseridos nessa faixa etária. A constante evasão escolar tanto por aspectos físicos, como a mobilidade, quanto por aspectos pessoais, como a necessidade do auxílio financeiro nas residências gera uma deficiência no sistema de educação que deveria ser conquistado por todos a fim de um melhor desenvolvimento humano.
Em virtude de tais aspectos, nota-se a necessidade da alteração nos métodos de ensino por parte do Ministério da Educação visando a reaproximação do aluno. Através do uso de materiais alternativos como documentários, jornais e plataformas virtuais propiciando maior dinamicidade para as disciplinas. Assim como a criação de um acesso facilitado ao ensino com a contratação de professores tutores para o acompanhamento periódico de alunos que por diversos motivos tiveram de abandonar as escolas.