Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 05/06/2018
Uma nação forte é medida pelo grau de instrução de sua população. Países desenvolvidos como EUA e Japão são exemplos que a educação figura-se como importante fator transformador, pois valorizam a necessidade do atrelamento com o conhecimento de todo o corpo social. Todavia, o Brasil não incorporou esse ideário, dessa forma, é fácil observar isso quando averigua -se a situação dos professores e as condições aterrorizadoras oferecidas aos alunos no contexto escolar.
É indubitável que em pleno século XIX exista a uma desvalorização atemporal com a educação. A desmotivação de professores, principalmente da rede pública de ensino acaba gerando um lapso nacional, pois são eles os que ajudam a construir a pátria, compartilhando seu conhecimento e ajudando a transformar a sociedade. Todavia, os péssimos salários, falta de matérias de qualidade e a escassez de equipamentos para o trabalho acabam ocasionando a desmotivação desses profissionais os quais, não conseguem torna a sala de aula em um local atrativo para os alunos corroborando para evasão escolar e esfacelando o crescimento do país. Portando, causando um paradoxo com o pensamento de Nelson Mandela, o qual expõe que a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo.
Consoante, com o filósofo contratualista Jonh Locke, o qual salienta a igualdade de todos perante a lei, é visto a negação desse direito quando observar-se as condições precárias que muitos estudantes enfrentam todos os dias para chegarem à escola. Sob esse viés, a precariedade das estradas, as quais são cheias de buracos e em períodos chuvosos são lamacenta e escorregadias. Sob essa mesma ótica, os meios de transportes que em muitos casos estão quebrados, sujos ou seja em péssimas condições de uso, e a distância longa percorrida todos dias, explica o desanimo dos alunos em frequentar esses centros de educação.
Torna-se portanto, a necessidade de combater tal mazela dessa forma poder-se -à, assim, sair do atraso que encontra- se o panorama estrutural da educação brasileira. Nesse sentido, urge a melhoria dos salários dos professores para que sintam -se mais estimulados a ensinar, é necessário também a disponibilidade de matérias e equipamentos para essas escolas. Outro fator, de majoritária importância
a qual cabe o poder estadual são as construções de escolas em municípios mais distantes, desse modo estes estudantes não precisaram passar todos os dias por uma tarefa árdua. É necessário também as reformar de algumas estradas, dessa forma poderá ser garantido um maior conforto. Somente assim, o direito de igualdade firmado no contrato social por Jonh Locke será visto na prática.