Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 03/08/2020
De fato, os presentes momentos não são os mais agradáveis e nem os mais fáceis que a população já enfrentou. Epidemias, como a da dengue, vem e vão, deixando um rastro devastador por onde passam. Em 2019 foram registradas 754 mortes por causa da dengue, um numero de mortes assustador, mas não supera os dados de 2015, que indicaram 986 mortes.
Com toda a corrupção que ocorre no nosso país, dentre outras, o desvio de dinheiro que deveria ser direcionado para a área da saúde publica, as cidades mais carentes e as menos preparadas, acabam por sofrer muito mais que as outras. O sistema de saúde publica não consegue suportar o numero de pacientes provenientes da epidemia, tendo assim, uma sobrecarga e levando ao óbito, pessoas que poderiam ser tratadas. “A saúde como direito de todos e dever do Estado é uma demagogia e ainda tira a responsabilidade dos cidadãos sobre o próprio bem-estar: se Estado é quem cuida, não sou eu” disse Drauzio Varella, médico, cientista e escritor.
Desse modo vemos, que a culpa não pode ser totalmente colocada no governo. Por mais que grande parte dos problemas acabam sendo criados pelo próprio governo, uma população que não se ajuda, não consegue se manter. A negligencia de algumas pessoas, para com as medidas que devem ser tomadas para evitar a propagação do agente causador da dengue, não afeta somente elas mesmas, mas também, o resto da população.
Para a solução de tais problemas, medidas devem, portanto, serem tomadas. Ações, efetivas, contra a corrupção devem ser feitas, como a retirada de tais corruptos. Com o dinheiro sem ser desviado, melhorias em diversos hospitais ajudarão a cuidar dos pacientes. Por sua vez, a população deve se conscientizar dos cuidados necessários, tal como, não deixar água acumulada exposta. Assim, com todos em harmonia, podemos viver em tranquilidade.