Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 03/08/2020
Grandes epidemias tem se tornado cada vez mais decorrentes desde de o início do século XX, como a devastadora gripe espanhola, o H1N1 e o Corona Vírus. Infelizmente, doenças com potencial epidêmico manifestam alto grau de mortalidade e possuem agravantes como: o alto consumo de carne e a intensa globalização, que colaboram para que as enfermidades tomem proporções globais.
Em primeiro plano, é importante ressaltar que no organismo de suínos, bovinos e de aves ocorrem constantes mutações de bactérias e vírus, em consequência do uso de fortes antibióticos utilizados para atender a enorme demanda do consumo de carne. Como é exposto no documentário “Explicando” produzido pela Netflix, que alerta os impactos negativos do consumo excessivo de carne para a saúde mundial.
Cabe mencionar, em segundo plano, que desde o início do século XXI com a globalização houve um grande sincretismo cultural. Bem como, a redução de custos dos meios de transporte e comunicação, tornado o planeta integrado. Em contrapartida a união permite que doenças contagiosas não possuam limites geográficos e sejam rapidamente transmitidas. Além disso, outra característica dessa integração é a agilidade dos veículos de comunicação, que ao mesmo passo que noticiam informações colaboram para a instauração do caos através de notícias apelativas.
Diante do exposto, torna-se evidente a necessidade de ações por parte do Conselho Federal de Nutrição para inserir um programa de incentivo ao estilo de vida vegetariano, de maneira gradativa, afim de evitar futuras contaminações. Juntamente com a colaboração do Governo Federal na ação de subsidiar produtos fora da origem animal, os tornando acessíveis a todas as camadas populares. Tendo em vista, que as principais epidemias do século, como o atual COVID-19 tiveram o consumo de carne como porta de entrada, não faz sentido adotar medidas paliativas para conter os avanços de vírus e bactérias cada vez mais mortais.