Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 09/04/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, ele descreve uma sociedade perfeita, na qual a sociedade padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, isso não acontece de fato na contemporaneidade, uma vez que as epidemias contemporâneas apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse contraste é fruto tanto da falta de preparação médica, quanto do desespero da população.
Sobretudo,é indispensável complementar que a baixa estrutura de saúde deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que afeta à criação de mecanismos que controlem tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não acontece. Devido à falta de atuação das autoridades, ocasionando a falta de leitos, acessórios e a organização adequada. Desse modo, faz-se necessário a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Além disso, é indiscutível ressaltar o desespero da população como motivação desse problema. este gerado devido não só a falta de estrutura na área de saúde, mais também pelo sensacionalismo reproduzido pela mídia em geral, buscando um maior número de audiência. Tudo isso atrasa a resolução dessa barreira, já que o desespero da população contribui para a continuação desse quadro ruim.
Assim, medidas possíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Logo com o intuito de reduzir os danos causados pelas epidemias contemporâneas, necessita-se, urgentemente, que o tribunal de contas de união direcione capital que, por meio do ministério da saúde, será revertido em melhoras nas estruturas hospitalares, através da compra de aparelhos e treinamento médico. Desse modo, reduzir, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da epidemias, e a coletividade alcançará a Utopia de More.