Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 09/04/2020
Na segunda metade do Século XIX, na Europa, ocorreu a pandemia da peste negra. Tal fato histórico, levou consigo várias vidas, além de contribuir para a crise da Idade Média. De maneira análoga, a situação se assemelha com as epidemias na contemporaneidade, as quais desafios são enfrentados em decorrência da ineficiência das políticas públicas e da ignorância, por parte da população, em seguir as recomendações preventivas. Logo, é inexorável averiguar a situação pautada.
A princípio, é imprescindível citar que a ineficácia das políticas públicas tornaram-se propagadoras da questão analisada. Nesse sentido, vê-se na atual conjuntura um exemplo prático da circunstância mencionada, a pandemia do Coronavírus (COVID-19), que com a falta de eficiência nas ações governamentais têm-se intensificado sua curva de contágio a cada dia, o que provoca na sociedade uma histeria coletiva. Dentro desse contexto, segundo a Revista Estadão, já são mais de 80 mil casos do Novo Coronavírus notificados no mundo, o que comprova o alarmante cenário mundial. Desse modo, atitudes devem ser efetuadas para que essa realidade seja mudada.
Outro ponto que merece destaque, é a falta de cooperação da sociedade em aderir as medidas preventivas, o que se torna um fator contribuinte para a disseminação das epidemias. Dessa maneira, sem prevenção se torna mais difícil combater e conter o avanço das patologias dentro da comunidade. Com isso, de acordo com o filósofo Sócrates, a ignorância é o único mal, o que evidência o posicionamento da população quando não segue as recomendações devidas, ou seja, de forma ignorante. Sendo assim, medidas precisam ser tomadas para que haja uma modificação no comportamento do corpo social.