Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 16/05/2020

A quantidade de pessoas acima do peso no mundo tem aumento ao longo dos dias, conduzindo o ser humano a uma saúde debilitada e ocasionando em alguns — que se acham diferentes — o preconceito. Certamente, um problema de cunho social e individual, que como previsto, precisa de uma intervenção. Nesse âmbito, pretende-se estudar o falso esteriótipo criado pela sociedade visando também o motivo relacionado a pouca saúde e ao preconceito.

Cabe mencionar, em primeiro plano, que a obesidade extrema é algo um tanto prejudicial à saúde, mas não deveria ser alvo de críticas maliciosas. Embora, tais pensamentos sejam resultados da criação de esteriótipos falsos. Em suma, a mídia e todo o aparato de influência criaram desde o princípio a ideia de que todo mundo deve ser “malhado” e ter boa aparência para ser bem-sucedido. Neste contexto, percebe-se este fato em desenhos infantis e seriados como, por exemplo o anime Naruto, onde um dos personagens é sempre criticado pelos amigos, os quais dizem que com tal performa-se corporal (acima do peso) ele não chegaria ao alto nível ninja. Portanto, a verdade é que desde pequenos as crianças são instigadas sobre o assunto, e quando menos percebem são influenciados a usar do preconceito para criticar aqueles que não possuem a mesma ideia.

Vale ressaltar, em segundo plano, o fato de que pessoas com sobrepeso nem sempre enfrentam problemas em relação à saúde, mas muitas vezes no que diz respeito ao preconceito. Isto é, o motivo relacionado a pouca saúde e ao preconceito está literalmente impregnado na constante mudança de ação em relação aos valores éticos saudáveis e preconceituosos. Nesse sentido, estudos indicam que atitudes preconceituosas contra obesos cresceram consideravelmente entre 2001 e 2010. Embora, o fato de estar acima do peso quase nunca queira dizer ter problemas de saúde a sociedade entende isso de maneira diferente, utilizando disso pra dizer frases e praticar atitudes preconceituosas. De certa forma, cada pessoa conhece os limites do próprio corpo, e conceituar qual forma corporal cada um deve ter não é dever de ninguém, muito menos de uma franquia de moda.

Assim sendo, a questão entre a obesidade e o preconceito é um assunto um tanto publico quanto individual, é algo que cada pessoa deve escolher. Ser ou não ser, fazer ou não fazer. Entretanto, deve haver uma solução. A começar com ações governamentais criando leis que protejam as vítimas deste prejulgamento, com o mesmo objetivo que criaram leis como “Maria da Penha. Buscando o mesmo alvo, ONGs e agentes de modelos devem se juntar criando uma nova forma de influência, onde o mundo é um lar para todas as pessoas, quer estejam acima do peso, na média, ou abaixo: um mundo de igualdade, no qual a saúde e a paz são o alvo principal.