Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 11/05/2020
No período neolítico (5000 a.C) os povos nômades passaram a ter domínio de algumas atividades econômicas, tais como a criação de animais e plantação de grãos. Com isso, os povos deixariam de ser nômades e adotariam o modo de vida “sedentário” (nome dado aos povos com habitação fixa). No entanto, o sedentarismo no mundo contemporâneo é um dos principais fatores que causam obesidade no mundo.
Em primeiro lugar, vale ressaltar a falta de fiscalização dos órgãos competentes para produção e comercialização de alimentos ricos em sódio e gordura, pelas empresas do ramo alimentício no País. De acordo com a coordenação de endocrinologia da Faculdade de Medicina Santa Casa em São Paulo, entre 5% e 15% dos brasileiros tem indicação de realização à cirurgia bariátrica, ou seja, cerca de 15 milhões de brasileiros sofrem de obesidade mórbida no País.
Outrossim, é de salientar que o fator genético, também, é um grande aliado no desenvolvimento do sobrepeso, bem como os maus hábitos alimentares associado a falta de atividades físicas. Segundo o pensador português José Saramago, “somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos, sem responsabilidade, talvez não mereçamos existir”. Mais precisamente, a sociedade tem que ser responsável pelo modo de vida moderno que está cada vez mais deplorável por parte da população brasileira, principalmente pelas mulheres.
Portanto, fica evidente a necessidade de combater o problema da obesidade no Brasil. Assim sendo, os Estado como responsável por garantir o bem-estar da população deve junto ás secretarias de educação criar ações educativas nas escolas com a realização de projetos voltados para a prática de atividades físicas e educação alimentar. Com isso, espera-se reduzir desde a adolescência o número estarrecedor de brasileiros obesos no Brasil e no mundo.