Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 10/07/2020

Ensino domiciliar no Brasil

Com a ascensão da tecnologia e a modernização do cotidiano, uma nova maneira de estudar surgiu, querendo roubar parte da glória da outrora aula presencial. Esta forma de estudo é chamada de Home School, termo que se refere a “escola em casa”, em outras palavras, estudar em casa. Tal tendência iniciou-se primeiramente nos Estados Unidos, e logo espalhou-se para vários países da Europa, enquanto lentamente começava a aparecer no Brasil. Coisa que a princípio era suposto para demorar certo tempo para acontecer, mas teve seu processo acelerado devido ao atual problema global; a pandemia do Covid-19, o Corona Vírus. Como o país ainda não tinha aceitado oficialmente o Home School como forma de ensino, deparado com a doença qual obrigou que todas as escolas do mundo fossem fechadas, adotou-se uma forma de ensino parecida com o antigo Home School, chamada de EaD (Ensino à Distância).

Sendo assim, o Ministério da Educação autorizou, no dia 17 de abril, o Ensino a Distância (EaD) em cursos presenciais para universidades, institutos federais e escolas. Dessarte, escolas cujos programas se estendiam à plataformas de vídeo, como o Google Meet, criaram um cronograma de aulas virtuais em uma tentativa recriar o cenário de estudo das aulas presenciais, ao mesmo tempo que continuavam ensinando-os através de palestras sobre novas matérias e conteúdos.  E como tinham seu desejo principal sendo evitar o “enferrujamento” de seus alunos nas matérias, usufruíram da internet e fizeram do Google Classroom (Sala de Aula), sua ferramenta para a entrega e a realização de trabalhos escolares, algo que foi aprovado pelo próprio Estado.

Portanto, seguindo essa forma, o estudo e a alimentação de conhecimento dos jovens pôde continuar ainda que em tempo de crise, aliviando grandemente o fardo por parte dos pais ou responsáveis que se preocupavam com a educação de seus filhos.

De todo o modo, com a prática ascendente do EaD nas escolas, e a demonstração de crise que é não poder realizar aulas presenciais, neste momento por causa da quarentena do Covid-19 e no futuro talvez por outro motivo, é credível a viabilização e a aceitação por parte do Estado em relação ao Home School. O Ministério da Educação, através da problemática que foi e está sendo o estudo na quarentena, deve, após esse tempo pandêmico, aceitar a nova tendência de estudo em casa e lentamente deixá-la se ganhar espaço no sistema educacional, para que caso ocorra outras pandemias, a nação ter seu preparo te antemão, não precisando assim prejudicar a educação dos jovens que se tornarão o futuro do país.