ENEM PPL 2018 - Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil
Enviada em 30/10/2019
A Constituição Federal do Brasil, promulgada em 1988, prevê a todo cidadão o acesso à habitação, saúde, educação e emprego. No Brasil, entretanto uma grave crise financeira está assolando a sociedade; o índice de desemprego cresce de forma alarmante nos últimos anos. Nesse sentido, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida para amenizar essa problemática.
Inicialmente, é válido ressaltar que na Idade Média a organização social imposta por quem detinha o poder político era denominada de sociedade estamental que basicamente o indivíduo não tinha ascensão social. De maneira análoga, hoje no Brasil, o cidadão por mais miserável que seja tem a oportunidade de se movimentar entre as classes sociais mediante a educação; indo de encontro com o pensamento de Immanuel kant que diz: ‘‘o ser humano é aquilo que a educação faz dele’’. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego superou 13% em abril de 2018 e esse número tende a subir segundo especialistas em economia.
Além disso, segundo o portal de notícias G1, 24 milhões de pessoas trabalham de forma autônoma, ou seja por conta própria; comparado com 36 milhões de carteira assinada é um número bem expressivo. O brasileiro tem acesso a faculdades, universidades e institutos técnicos-profissionalizante de qualidade e de maneira gratuita e devem buscar a qualificação de excelência devido ao mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, exigindo uma maior qualificação profissional. Portanto, é inaceitável que o Governo não tome providências urgentes para tentar regredir esse índice negativo nos próximos anos.
Dessa forma, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Governo Federal em conjunto com o Legislativo Federal devem elaborar e aprovar medidas que visem o incentivo do pequeno empreendedor, de ampliação e investimento em universidades, institutos e escolas técnicas-profissionalizantes públicas. Também em parcerias público-privadas ampliando o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) que fornecerão mais cursos profissionalizantes. Com essas medidas e com a disciplina Educação Financeira, que deverá fazer parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), espera-se que com o cidadão mais qualificado o índice de desemprego caia gradativamente.