ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 14/11/2017
O indivíduo que têm alguma deficiência física ou intelectual, não é aceito imediatamente nas instituições brasileiras. A formação profissional não é qualificada para atendimento preferencial e de qualidade. Nota-se, portanto, um direcionamento ineficaz para distribuir funções, em relação ao âmbito educacional, no que diz respeito aos portadores de deficiência auditiva. Contudo, a formação acadêmica do grupo em destaque, é satisfatória, atuando em diversas áreas, como a comunicação.
A universalização de técnicas aprimorais tornou-se frequente para inclusão de surdos nas sociedade contemporânea. Podemos citar como exemplo, a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Porém, instituições escolares não têm estrutura de qualificação de profissionais para a demanda dos estudantes especiais e que necessitam de monitoria. A consequência pode ser atribuída a frustração dos deficientes auditivos em aperfeiçoarem-se no conhecimento acadêmico.
Segundo a Constituição Federal (1988), todos têm direito a exercer e frequentar ambientes que aprimores o seu caráter ético cidadão e profissional. Podemos observar qualificação aclamada em áreas como comunicação, desenvolvimento em empresas diversas: telefonia móvel, criação de programas de computação (softwares), entre outros.
Enfim, a família como papel importante no engajamento dessas pessoas e fiscalizar o comportamento da instituição de ensino. Deve-se haver, portanto, a difusão de propagandas pela Televisão aberta, internet e rádio, pelo qual relatem a função social atribuída a sociedade civil: inclusão. Ao Ministério da Educação, ademais, aprimorar ao uso de LIBRAS, para capacitação de professores e mestres da área.