ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 13/11/2017
A visão de deficiência e educação: da Grécia aos dias atuais
A exclusão de deficientes físicos está presente desde a Antiguidade Clássica. Nesse contexto, quando Hera da à luz a seu filho Hefesto, aparentemente coxo e manco o joga nos escombros, a fim de rejeita-lo, deprendendo-se da mensagem, direta ou indiretamente, de um deficiência fisico/visual seja incapaz de se adequar a sociedade. Contudo, tendo em foco a questão dos surdos no Brasil, é preciso que essa inclusão se faça cada vez mais presente, tendo como primordial o setor da educação, uma vez que isso não é fator de limitação.
Sendo a educação um direito imprescindivel do ser humano, a estrutura da sociedade ainda é muito precária para atender as necessidades de pessoas surdas. O preconceito oriundo da falta de conhecimento faz com que muitos o atribuam a falta de potencial e capacidade para a realização de tarefas, sendo deixados de lado e marginalizados.
No entanto, com as facilidades do mundo pós-moderno, a educação não deveria sofrer limites, logo, sendo um fator democrático para todos os seres humanos. Devido a isso, só uma pequena parcela da população aproveita esses direitos, os surdos são negligenciados tanto no mercado de trabalho como em escolas e universidades. Ademais, a violência nas ruas devido a falta de infraestrutura adequada e acessibilidade precária, somado ao preconceito e a intolerância.
Portanto, um deficiente auditivo é um cidadão com anseios, vontades e direitos fundamentais a serem cumpridos pelo Estado. É fundamental, o ensino obrigatório de LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) e o incremento de tecnologias adaptadas a essas pessoas em salas de aula, universidades e empresas a fim de universalizar o estudo, tornando-se acessível. Somado a isso, o papel do Ministério da Educação, através de políticas públicas, ampliar os investimentos em educação para que os resultados sejam obtidos a curto, médio e longo prazo.