ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 13/11/2017

Ao longo do desenvolvimento humano diversas doenças afetaram diretamente o equilíbrio social sendo necessário o avanço da medicina e medidas de inclusão para atenuar diferentes impactos. Entretanto, no que se tem vista no Brasil contemporâneo que a formação educacional de deficientes é precária e de difícil acesso necessitando de uma reestruturação de diferentes aspectos. Logo, divergências são geradas tanto pelo pouco acesso escolar, quanto as questões legislativas.

É indubitável, que o ambiente pedagógico seja uma das principais bases para guiar indivíduos na sociedade. Segundo Paulo Freire, educador do século 20, a compreensão do mundo está diretamente ligada a educação, sendo essa a base fundamental no processo de cidadania. Nessa perspectiva, percebe-se o quanto pode ser negativo a não inclusão de surdos no meio escolar, na qual a pouca estrutura e a falta de profissionais especializados corrobora para que seres especiais vivam neutros no corpo social.

Ressalta-se, que as políticas públicas, por meio das leis, tem papel primordial na manutenção da convivência humana. Desse modo, a quase nula presença de vias legais como medidas para inserir pessoas especiais na sociedade funciona como propulsor para que os mesmos sejam excluídos em diferentes espectros, tais como emprego, lazer e cultura. De acordo com o filósofo Ayn Rand, Democracia é a lei das maiorias que respeita as minorias. Sendo assim, entende-se que a não aplicação correta de medidas coerentes voltadas a portadores especiais ratifica a perpetuação do problema.Convém, portanto, uma reformulação educacional e constitucional para se obter sucesso na inclusão de pessoas deficientes no acesso a escola. Logo, o ministério da educação, deve por meio das instituições pedagógicas já existentes disponibilizar salas especiais para seres deficientes, na qual capacitando professores e fornecendo transporte ampliar o acesso aos mesmos. Em parceria com a câmara dos deputados, junto a ONGs, por meio de estudos e consulta popular fornecer ao poder legislativo quais medidas precisam ser aplicadas para inserir surdos e demais minorias na esfera civil. Assim, desafios serão superados criando um Brasil mais democrático.