ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 13/11/2017

As escolas do século XXI, no Brasil, tem como princípio básico o aluno como protagonista, o professor como detentor do conhecimento e juntos conseguem elevar a educação do país. Entretanto, parte desses alunos, em especial os surdos, ficam excluídos desse princípio. Entender quais são os desafios dessa falta de inclusão é o primeiro passo para combatê-la.

Em primeiro lugar, o aluno que possui alguma deficiência auditiva fica excluído de toda a parte da escola. Isso porque os alunos que convivem com ele, não sabem falar o Sistema Braille fazendo com que ele fique sem socializar com os outros colegas. Além disso, muito dos professores não estão preparados para receber esse aluno por saberem se comunicar e como avaliá-lo. Percebe-se que existe uma falta de capacitação desses professores.

Ademais, a escola não está preparada para a vinda desse aluno com deficiência. Não é presente nas escolas materiais como livros e apostilas adequados, além da falta de atividades inclusivas como o esporte para esse indivíduo, acarretando uma evasão escolar. Prova disso, são os números de indivíduos surdos nas escolas estarem decaindo de acordo com o INEP. Percebe-se que existe um despreparo por parte da escola e de professores para integrar esse aluno no convívio social.

Portanto, medidas são necessárias para que o deficiente auditivo seja o protagonista nas escolas. O Ministério da Educação em parcerias com editoras fornecer materiais que contenham o Sistema Braille para que o surdo se sinta parte da educação, além de, nas faculdades com cursos de licenciatura mudar as grades curriculares para que esse professor saiba lidar com o aluno deficiente. Assim como para Immanuel Kant o homem é aquilo que a educação faz dele, o deficiente auditivo faça da educação uma forma para ascensão e inclusão sociais.