ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 13/11/2017

Desde o iluminismo e, posteriormente, a revolução francesa, acentuou-se expressivamente o caráter participativo nas sociedades mundiais. Nesse contexto, nota-se que a formação educacional de pessoas surdas representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada no Brasil. Sobre esse aspecto é importante discutir sobre as principais causas desse impasse.

Inicialmente, é inegável a percepção de que é recente a legislação nacional em confirmar a Língua Brasileira de Sinais como língua oficial no país. Nessa perspectiva, Albert Eisten já dizia que o mundo é um lugar perigoso de se viver, não pelas pessoas que fazem o mal, mas por aquelas que veem e deixam o mal acontecer. Assim, é inadmissível que essa problemática existiu durante tanto tempo na nação.

Além disso, a quantidade de pessoas surdas no mercado de trabalho está reduzida, fato associado à baixa escolaridade desse grupo. Segundo portal de notícias G1, na última década, a quantidade de estudantes deficientes auditivos só vem reduzindo. É inaceitável que em um país tão populoso, ainda haja decréscimo dessa classe estudantil.

Portanto, o legado dos ideais iluministas não devem ser tratado como proposição teórica, mas comportamento prático. Desse modo, como ação mais pontual, o governo por intermédio do ministério da educação deve oferecer capacitações e treinamentos por meio de congressos, encontros presenciais e à distância junto com as escolas, membros de comunidade e família. Espera-se, com isso, a integração da maior parte de indivíduos que fazem o ambiente escolar formais para a inclusão dos surdos nos colégios brasileiros.