ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 10/11/2017

Como já dizia o filósofo Imanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele.” Partindo desse pre-suposto se o indivíduo não contar com o acesso a educação certamente contará com dificuldades no seu desenvolvimento humanitário e intelectual. Atualmente o Brasil enfrenta adversidades na formação educacional de deficientes auditivos, fatores como a falta de políticas públicas que apóiem a criação e investimentos em escolas de caráter inclusivo e a escassez de profissionais capacitados para atender o aluno inclusivo agravão o problema.

‎Primeiramente, a falta de intervenção do ministério da educação e do ministério público é visível, visto que, de 2011 para 2016 o número de alunos surdos matriculados na educação básica diminuiu de 25.000 para 21.000 alunos já em escolas exclusivas o número cai de 9.000 para 6.000 alunos, segundo dados do INEP. Esse fator evidencia a falta de difusão do ensino inclusivo, que sofre com a precarização de investimento e a falta de criação de novas escolas.

‎Segundamente, é evidente a escassez de profissionais capacitados para lecionar aos alunos surdos, visto que o ensino de libras ainda não é obrigatório na formação docente de professores de todo o país, o que causa a falta desses profissionais no âmbito educacional.

‎Dessa forma medidas por parte do ministério da educação e do ministério público devem ser tomadas, a difusão do ensino inclusivo deve acontecer em escolas de todo o país assim como a permanência e assistência do mesmo, usando das verbas destinadas a educação inclusiva como forma de apoiar e assegurar os alunos surdos, também deve-se tornar o ensino de libras obrigatório na formação superior de professores, dessa forma desde que haja cooperação entre governo, comunidade escolas e corpo docente de professores o problema será amenizado e posteriormente extinto.