ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 10/11/2017
Na Alemanha Nazista, Hitler com o objetivo de promover a raça ariana perseguia judeus e pessoas portadoras de todo o tipo de deficiência a fim de exterminá-las. Entretanto, na pós-modernidade, apesar de se destacar enquanto como potência mundial, o Brasil ainda vivencia problemas sociais, tais como os desafios para a formação educacional de surdos. Diante dessa questão, problemáticas acerca desse tema, como a exclusão social, bem como o preconceito contribuem para a persistência desse impasse, de forma que ele deve ser disseminado.
Em primeiro plano, destaca-se a exclusão social das pessoas surdas como um dos fatores que mais contribuem para que a deficiência auditiva seja um desafio para o Brasil, uma vez que a maioria das pessoas com esse tipo de deficiência não conseguem se integrar na sociedade por falta de recursos voltados para eles. Exemplos disso são as escolas, cuja, pesquisa realizada pelo Inep apontam que o número de matrículas realizadas por alunos deficientes em escolas especiais são inferiores ao número de matrículas para classes comuns.
Cumpre também destacar que, o preconceito por parte do mercado de trabalho atua como obstáculo para os surdos em nosso país. Empresas deixam de empregar pessoas com deficiência auditiva por julgarem-nas incapazes de exercer alguma profissão.
Fica claro, portanto, que a integração de pessoas surdas na sociedade brasileira ainda é um problema, de maneira que ele deve ser erradicado. Cabe às escolas, por meio de ações educativas, contratar pessoas capacitadas para uma educação bilíngue que saibam se comunicar pelo sistema de Libras, para que as pessoas surdas tenham mais oportunidade no âmbito educacional; o Ministério do Trabalho por sua vez, deve por meio de leis, visar a participação de pessoas com deficiência auditiva no mercado de trabalho, a fim de acabar com o preconceito por parte das empresas. Dessa forma, será possível que as pessoas surdas não apenas vivam, mas vivam bem, como afirma Paulo Freire.