ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 09/11/2017

Desde o século xx até os dias atuais, a educação vem se expandindo no Brasil em vários aspectos. Porém, muitos dos deficientes sofrem por não terem disponibilidade de ensino, emprego e deixa de estudar por ter sofrido ou por medo de sofrer discriminação.

A educação no Brasil  para os que não tem deficiência se expande em relação as novas escolas, livros, ensino e formação por meio da internet. Entretanto, algumas escolas e faculdades públicas permitem o ensino de deficientes no país e o acesso a empregar em poucas empresas. Os livros, principalmente para os que lêem em braille, muitas das vezes não tem temas amplos para estes estudantes, dificultando o aprendizado.

Vale também ressaltar, que maior parte dos deficientes que frequentam a escola sofrem discriminação, fazendo assim com que muitos deles abandonem a escola. De acordo com um estudo publicado pela Unesco em 2015, 84% dos deficientes deixaram de estudar por medo de sofrer discriminação ou por já ter sofrido, e em média 21% denunciou. Portanto, o número de formandos deficientes em faculdades públicas são poucos e assim dificultando empregar numa empresa sem a educação.

Por isso tudo, é possível afirmar que o Governo têm que fazer mais escolas, livros de temas diversificados em Braille e mais empresas empregando. Ademais escolas, ONGS e mídia têm que alertar aos pais com anúncios, propagandas, debates e palestras  á  respeito da educação na escola que é fundamental para todos.