ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 08/11/2017
A atual Constituição do País assegura a todos os brasileiros direito à educação, independentemente de suas limitações, cabendo à sociedade respeitar e integrar os indivíduos no meio social. No entanto, ainda é presente diversos fatores discriminatórios quanto a formação educacional dos deficientes auditivos no Brasil, tendo como potencializadores dessa mazela o desamparo governamental e a apatia da sociedade.
Em primeiro análise, é valido ressaltar o pensamento sociológico precozinado por Rousseau, que consiste no fato de que o homem é produto do meio. Desse modo, a falta de recursos especializados para a educação e informação distribuídos pelo Governo podem acarretar sérios problemas para os surtos no Brasil, desestimulando-os a ingressarem nas escolas e no mercado de trabalho, tendo como consequência um maior nível de analfabetismo e desemprego para esse grupo, e posteriormente, uma marginalização desses seres.
Outrossim, o descaso da população quanto aos cidadãos surdos também compete para a persistência desse problema social. Sob tal ótica, Albert Einstein destaca sobre o preconceito nas civilizações, citando:“É mais fácil desintegrar um átomo do que acabar com preconceito”. Dessa forma, é ainda possível notar a descriminalização sobre esses seres evidenciando a rejeição na contratação de deficientes para determinados trabalhos, como atendimentos e trabalhos que dependem da interação social. Acerca disso, nota-se novamente uma dificuldade para que ocorra um solo solucionamento para o processo de educação e profissionalização dos surdos brasileiros.
Urge, portanto, uma medida governamental para que esse problema seja mitigado. Diante dessa perspectiva, o Estado deve providenciar escolas nas escolas desde o ensino primário ao nível médio, o ensino de Libras para que aja garantia de êxito quanto à formação escolar. Paralelamente, em consonância da mídia, a disseminação de palestras seminários em locais públicos para palitativamente, quebrar preconceitos que os portadores de deficiências auditivas são menos qualificados. Logo, a pátria Brasil, caminhará de braços dado com a igualdade, rumo à uma sociedade mais ampla e coesa para todos.