ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 07/11/2017
Sir Arthur Lewis, economista britânico disse: “A educação nunca foi despeza. “Sempre foi investimento com retorno garantido”. Tese comprovada ao analisar países com maiores investimentos na educação, tais como Alemanha e Suécia considerados de primeiro mundo. Especialização de professores e escolas e professores, aliado ao combate do preconceito aos surdos, tornará a educação mais acessível à eles.
A descriminação acontece em sua grande parte as minorias. Deficientes auditivos não escapam de tal intolerância. O grupo de RAP Facção Central traz em uma de suas músicas: “Bethoven era surdo, Steve Wonder é cego e encanta o público”, trazendo uma reflexão sobre limitações de pessoas com deficiência, seja ela qual for. Podendo citar também Steven Howking, um dos maiores cientistas da atualidade, que vive em uma cadeira devido a uma doença degenerativa.
Grande parte das escolas não tem estrutura adequada para receberer um indivíduo com necessidade especial, e nem professores que saibam se comunicar em Libras. O que é fundamental para a relação do aluno com o professor. A comunicação é essencial no aprendizado.
Nessa perspectiva, o que ajudaria o Brasil a superar os desafios para a educação de surdos, seria iniciativa do Poder Público em campanhas publicitárias sobre conscientização social sobre o tema, repassando para redes sociais atingindo o maior número de pessoas. Maior ênfase em matérias como Filosofia e Sociologia em escolas para ter uma melhor auto crítica das ações individuais. Qualificando professores ao ensino dos deficientes auditivos, juntamente a adaptação de escolas com materiais específicos para a didática em questão. E como diria Aristóteles: “a educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”. Com maior formação educacional, será natural ter mais mão de obra qualificada, podendo ajudar o país economicamente.