ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 07/11/2017
De acordo com o filósofo Frances Bacon “O homem pode tanto quanto sabe”, entretanto os deficientes surdos não têm acesso aos mecanismos de aprendizado nas redes de ensino, dificultando, assim, a possibilidade deles adquirirem a sua subsistência e a realização de seus objetivos. Em virtude, de um não investimento em educação e ausência de conscientização para lidar com eles.
As verbas voltadas para a área educacional de pessoas deficientes surdos permanece com baixos níveis. Isso é causado, por atitudes governamentais, a qual restringe o financiamento desses direitos sociais, devido a influencia da politica neoliberal, que visa reduzir os gastos públicos para a entrada de empresas internacionais. Ademais, alguns representantes políticos desviam aquisições econômicas para corresponder aos seus interesses individuais. Assim, sem esses investimentos o aprendizado, como a inserção de tecnologias adequadas para facilitar a absorção de conhecimento dos surdos, a formação básica é inviável.
Outrossim, outra problemática para a sobrevivência dessas pessoas está presente nas instituições sociais, porque apresentam dificuldade para adequar-sem as necessidades desses indivíduos. Por causa, da falta de incentivo ao uso da Libra nas escolas, inviabilizando a comunicação e a socialização entre o deficiente e o educador, consequentemente muitos colégios deixam de matriculá-los , em detrimento do exíguo conhecimento para atendê-los . Além disso, as empresas não têm recursos de interação com essas pessoas, deixando de contratá-los e, potencializando, a não permanência deles no mercado.
Portanto, para garantir a exploração de uma vida feliz a eles, cabe ao Judiciário, fiscalizar a aplicação das leis, que garantem o acesso a educação de qualidade, por meio do (CADE) centro administrativo da econômia, com intuito de atenuar os abusos de poder econômicos; ao Plano de Educação (PNE), criar uma matéria sobre a língua brasileira de sinais inserida na grade curricular de ensino, repassados aos alunos e professores, a fim de estimular uma socialização entre essas pessoas e ao Ministério de Empresas engendrar cursos sobre libra nas instituições.