ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 07/11/2017
Durante o governo de Dom Pedro II, foi criada a primeira escola de educação para surdos no Brasil. Com o passar do tempo até os dias atuais, é de se esperar uma evolução do acesso a educação para os mesmos, além de empresas que atendam às necessidades de deficientes, seja ela uma empresa privada ou pública. Todavia, não é bem essa realidade que nos serca, tornando-se necessário analisar os motivos de tais fatores.
Primeiramente, é importante ressaltar as possíveis causas desse problema, estando eles em meios educacionais ou profissionais. A quantidade de escolas que oferecem serviços acessíveis à deficientes com por exemplo, professores que lecionam usando a língua de sinais, e as aulas reproduzidas em tecnologia assistida, são mais comuns nas grandes capitais, dificultando o acesso dos moradores do interior. Além de empresas que não contratam deficientes auditivos por não possuírem mecanismos essências para a comunicação com os mesmos.
Como consequência desses fatores temos o bullying, causado pelo preconceito, a exclusão social, e a evasão escolar. Pelo simples motivo de um indivíduo ser deficiente, ele está vulnerável ao preconceito e o bullying, executados por pessoas que não respeitam as diferenças. E o grande motivo da exclusão social e, em alguns casos, a evasão escolar deve à essa intolerância.
Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para o aumento de oportunidades aos deficientes. Como afirma o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele, sendo assim, fica notável o quanto o acesso a mesma é importante. O estado junto a família e a sociedade deve assegurar a educação de qualidade. Ao governo cabe fiscalizar as leis em que asseguram os deficientes de violência e descriminação, e as oportunidades de emprego nas empresas públicas. A mídia pode contribuir valorizando a comunicação em libra e mostrando via ficção engajada nas novelas que os deficientes não são inferiores aos demais indivíduos, “eles são gente como a gente”.