ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 06/11/2017
A Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada pela ONU em 1948 - assegura a todos a saúde e o bem-estar social. No entanto, é notório a exclusão das pessoas que possuem deficiência auditiva no Brasil. Sendo assim, torna-se necessária a ajuda da mídia e das instituições de ensino para resolução desse quadro.
Em primeiro plano, a educação é crucial para um bom desempenho do indivíduo. De acordo com Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, seguindo o raciocínio do sociólogo, o ensino durante toda a vida de um ser com deficiência auditiva deve ser acompanhada e apoiada pelo governo de tal forma que o indivíduo consiga ampliar e desenvolver seus conhecimentos e ter participação social. Entretanto, hoje, ainda existem escolas na qual não possuem a adequação estrutural devida para inserir pessoas desse grupo.
Por conseguinte, o impasse não se resume somente as escolas, mas também no meio trabalhista. Adquirindo as ideias do sociólogo polonês Zygmunt Bauman em sua obra “Modernidade Líquida”, em pleno século XIX, as relações superficiais são um grande problema para inclusão social no meio empresarial, porque o preconceito existe e é uma dificuldade a mais para pessoas com deficiência auditiva enfrentarem, pois mesmo que consigam se formar, são excluídos no meio de trabalho.
Portanto, fica claro, que, é essencial a mídia e as escolas para ajudar a resolver esse quadro. O governo juntamente com a mídia, deve impôr propagandas que incentivem a inclusão social desse grupo e promover programas no qual aja linguagem por libras. Ademais, o ministério da educação junto com instituições de ensino promover a estrutura devida nas escolas e haver palestras para mudar o pensamento da sociedade em relação aos deficientes auditivos. Só assim poderemos fazer sentido a frase de Friedrich Schiller “A educação é a arma mais poderosa que você tem para mudar o mundo”, fazendo com que tenha inclusão social.