ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 06/11/2017

Educação para surdos

Durante anos, o cidadão com deficiência auditiva foi tratado desigual perante a sociedade, sofrendo preconceitos e não possuindo o direito a educação. Hodiernamente, os surdos têm, por direito, acesso ao sistema educacional; todavia, ainda há impasses em relação a formação educacional de surdos no Brasil.

Em primeiro lugar, as escolas não estão preparadas para receber deficientes auditivos. Visto que, ainda faltam profissioinais adequados para acompanhar a tragetória do estudante, pois muitos educadores não possuem o conhecimento do ensino de Libras ou não conhece o Sistema Braille, então mesmo tendo direito a educação os surdos não conseguem se matricular em uma boa Instituição de Ensino. Dessa forma, o número de matrículas de surdos nas instituições diminui a cada ano, de acordo com dados do Inep, o que preocupa a formação de milhares brasileiros.

Outrossim, faltam escolas especiais apenas com inclusivos. Países como Estados Unidos e Canadá têm escolas especiais o suficiente para matricular alunos com problemas auditivos, além de ter professores especializados e bons recursos de tecnologia assistiva. O filósofo Immanuel Kant afirmava que “o homem é aquilo que a educação faz dele”.

Portanto, há grandes problemas interferindo na formação acadêmica de surdos no país. Então, cabe ao Ministério da Educação em consonância com a mídia criar um projeto, cujo nome seria “Educação Para Surdos”. Nele, deverá construir colégios especiais em cada estado do país, contratar professores preparados para atender alunos com deficiência auditiva em escolas comuns, sendo necessário o profissional acompanhar a tragetória do aluno uma vez por semana na casa do estudante, a fim de tirar dúvidas e reforçar o ensinamento; além disso, é preciso exigir recursos tecnológicos para surdos em todas as instituições, e a verba virá do Governo.