ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 26/05/2020
Segundo a revista Atlas da Violência, 75% das vítimas de homicídio no Brasil são negras. Esse dado revela a desigualdade por cor e raça e o preconceito no país. Seguindo essa linha de pensamento, negros no Brasil sofrem o racismo institucional no acesso à saúde, onde os profissionais usam a raça como efúgio no trato. Na sequência, a morte de negros pela polícia, a probabilidade de um negro morrer em um confronto com a polícia é maior que um branco. Consequentemente, há aumento dos problemas de desigualdade por raça no país.
A priori, é imperioso destacar que o racismo institucional no acesso à saúde é o fruto do despreparo civil. Logo que a desigualdade étnico-racial tem origem histórica e persistente, levando a população negra a sofrer severas desvantagens, como no caso, na área da saúde onde muitos profissionais concedem o diagnóstico incompleto ou deixam de fazer exames. Dessa maneira o racismo leva a complicações que arriscam a vida.
Hodiernamente, o Brasil vem enfrentando muitos problemas com a ação da polícia em relação aos negros. Dessa maneira, a taxa de homicídios entre negros é o dobro do que em brancos, contando com a violência policial e região. Ademais, em conflitos policiais o negro é o mais afetado por muitas vezes perder a vida por dislate. Sendo assim,o racismo embutido na polícia acaba tirando vidas.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater o racismo no Brasil. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação - impor as escolas a educarem as crianças para o respeito à diferença. Cobrar dos órgãos públicos de saúde que trabalhem com rotina de atendimento sem discriminação para famílias negras. Tudo isso com o objetivo de diminuir a desigualdade por cor e raça no Brasil.