ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 04/11/2023
Em primeiro plano, no século XX, perpetuou-se por anos à “Guerra Fria” - Polarização mundial político-econômico, devido a, divergência econômica entre, URSS - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e Estados Unidos. Em segunda análise, John Locke, em sua obra “2º tratado sobre o governo civil”, teorizou, os “Direitos naturais e alienáveis: à vida, à liberdade e à propriedade privada”. Analogamente, ao processo de Auto-regulamentação da publicidade infantil, no Brasil.
Consonante, com os postulado de John Locke, sobretudo, o direito à liberdade, visto que, é suprimido, em virtude da publicidade infantil, com o intuito de manipulação de escolhas. Outrossim, porquanto, o Governo Federal, não estabelecer leis para o setor de marketing, por conseguinte, tratados urgem de normas concebidas pelo Conar - Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária.
Em contraste com à “Guerra Fria”, de modo que, o “Plano Marshal” - Investimento Financeiro Norte Americano, à nível mundial, a fim de, desenvolvê-los economicamente, à medida que, influenciavam políticamente. Para título de explicação, à Ditadura Militar no Brasil, visto que, o “Milagre Econômico” - Período de Elevado Crescimento do PIB Brasileiro, por consequência, da entrada de capital estrangeiro, ao passo que, foi marcado pela violabilidade dos direitos naturais.
Além disso, Machado de Assis, na métafora “Apreciar o chicote é ter-lhe o cabo na mão”, já que, o poder verdadeiro se experimenta no lado dos dominantes. Similarmente, o “cabo na mão” equivale à legislar, ou seja, estabeler as normas da “Publicidade Infantil”. Logo, o direito à liberdade, é subvertido aos interesses econômicos empresarial, e, político federal.
Assim sendo, na “Guerra Fria”, entre, o fràgil público infantil e à publicidade, que, tem o “cabo na mão”, faz- se necessário, intervenção do Estado, a fim de, assegurar os direitos da população, em especial, à liberdade. A priori, criar normas de regulamentação no setor publicitário, com o propósito de, proteção às crianças e adolescentes, mas também, investindo na educação primária, ofertando aos professores, maiores salários e capacitação técnica, para que, através da formação reflexiva e intelectual, indubitavelmente, o “cabo na mão” fique com às crianças, uma vez que, “O maior poder é o conhecimento”.