ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 01/05/2023
A sociedade do consumo, termo utilitzado pelo sociólogo Karl Marx, trás em questão o consumismo desenfreado e o fetichismo da população. Sob tal parâme-tro, é perceptível na realidade brasileira a atual publicidade infantil em questão no Brasil, que nos últimos anos tem se repercutido diante da cultura midiática, visto que, as crianças são seres vulneráveis a serem manipulados pelas propagandas in-fantis. Entretanto, o público infantil é mais rentável ao consumismo exposto por grandes empresas, de modo que são persuadidos e amplie desde de a infância o fetichismo pela mercadoria.
Cabe mencionar, em primeiro lugar, a estratégia comercial de grandes empresas ao se utilizarem das crianças como fonte de lucro diante de seus protdutos. Diante dessa expansão comercial, a utilização da função apelativa através da linguagem infantil com personagens, contribui para atrair a atenção e interesse de crianças nos produtos ofertados. Contudo, cabe haver uma maior fiscalização diante dessa persuasão de crianças diante de propagandas infantis, visto que elas são a base fundamental para a comercialização de brinquedos e produtos.
Outrossim, faz-se pertinente destacar o fetichismo pela mercadoria, o fenômeno estudado por Karl Marx em que é construído uma felicidade ilusória diante da com-pra de um produto. Sob esse viés, a publicidade infantil através de propagandas chamativas com cores e personagens, construa a ilusão da criança em encontrar a felicidade com a compra do produto anunciado. Entretanto impulsiona a desi-gualdade social diante das crianças e pode gerar problemas futuros para o desen-volvimento da criança.
Infere-se, portanto, para combater os riscos ofertados pela publicidade infantil em questão no Brasil é necessário uma maior responsabilidade por parte das empre-sas na sua estratégia de marketing. Cabe ao CONANDA, Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente garantir uma maior fiscalização diante dos anúncios publicitários infantis, proibindo a utilização de personagens como apelos. Juntamente com o Governo Federal autorregulamentando leis que visam garantir a exposição de crianças a essas propagandas. Desse modo, e com o apoio da família é possível a construção de crianças conscientes em relação ao consumo.