ENEM 2011 – “Viver em Rede no Século XXI”

Enviada em 14/04/2020

O uso de computadores, celulares dentre outros aparelhos midiáticos são frequentemente utilizados na sociedade atual para tais fins, malgrado aos anos 90 onde o acesso a informação era restrito à televisão, jornais e revistas. Entretanto em pleno séc. XXI, se faz necessário um atento inerente ao tráfego de dados em rede, no qual a sigilosidade de informações como documentos, fotos e até mesmo senhas podem ser expostas sucumbindo à privacidade do usuário em questão. Em uma pesquisa sancionada em 2018 pelo MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) constou-se que 22 a 30% do usuários de redes sociais como o Facebook, Instagram e Twitter têm extrapondo demasiadamente suas “vidas” pessoais, em suma, a publicação desses fatos contribuem indiretamente para que criminosos roubem seus dados ou possam provocar ataques cibernéticos. A vulnerabilidade dos usuários em sites de relacionamento é a mais alarmante, visto que, somente em 2016 mais de 10 mil pessoas tiveram suas contas expostas devido a fragilidade dos algoritmos de segurança desses sites que na maioria das vezes são softwares dependentes de servidores não credenciados. Ainda que, a sociedade precise relevar a discrepância entre a postagem de conteúdo pessoal, é importante salientar que existem sistemas de proteção em prol da privacidade os notórios “Antivírus” que inibem atentados silenciosos que ocorrem na rede. Para que o problema não tome proporções maiores, o estado precisa intervir no controle de navegação, mas de uma forma em que não haja constrangimento por parte do mesmo em relação a privacidade da população. Para isso é indispensável a implementação de normas na programação dos sites, de tal forma que, a criptografia (espécie de cadeado eletrônico) usada para a criá-los seja obrigatória e eficaz na prevenção de golpes.