ENEM 2011 – “Viver em Rede no Século XXI”
Enviada em 28/09/2019
Em uma primeira análise, a Internet foi inventada durante a Guerra Fria como uma forma da Central de Inteligência Americana (CIA) se comunicar com mais facilidade. Ou seja, propiciar estratégias de guerra de maneira prática, no intuito de se beneficiar e sair triunfante no conflito contra os soviéticos. Em meados dos anos 80, a Internet era exclusividade americana, entretanto, no século XXI, o mundo virtual não se limita somente a caprichos estadunidenses, estando disponível agora para o mundo inteiro se utilizar de suas ferramentas.
Ocasionalmente, a Internet se popularizou, podendo ser utilizada para tudo, como meio de entretenimento, aprendizado, comunicação, comércio, investimentos, divulgação, etc. Nesse ínterim, devemos destacar que, assim como qualquer ferramenta, a Internet tende a ser de extremo auxílio, mas tem a capacidade de ser usada como uma arma. Isto é, sabendo da possibilidade de ser utilizada para divulgar um artista novo e popularizar seu trabalho, também pode ser usada como meio de acabar com a reputação do mesmo, por exemplo, compartilhando algo errado que o autor de conteúdo disse em redes sociais.
Por certo, a Internet é de uso de todas as pessoas, sem distinção. Nesse hiato, é necessário enfatizar que, crianças acessam o mundo online diariamente, assim como os adultos. Diferentemente dos maiores de idade, elas correm riscos no mundo virtual, pois com as faculdades mentais ainda em desenvolvimento, não possuem noção moral completa, podendo estar expostas à riscos, como pedófilos, conteúdo inapropriado, e maus ensinamentos alheios. Logo, a Internet pode oferecer riscos. Sabendo disso, as escolas e a mídia são de extrema utilidade para alertar os pais e as crianças. Através de campanhas na televisão, e palestras escolares que informem os pais dos riscos online, e como isso pode ser combatido usando a própria ferramenta. Tendo noção que existem aplicativos capazes de monitorar o comportamento dos filhos online, os pais têm o dever de tomar conta disso, e assegurar que vão controlar os dispositivos dos menores, estabelecer horários, e certificar-se de que os dispositivos não sejam usados à noite, para que o ciclo circadiano não seja interrompido