ENEM 1999 - Cidadania e participação social

Enviada em 10/05/2021

O encontro “Vem ser cidadão”, realizado em Faxinal do Céu (PR), reuniu, segundo a Folha de São Paulo, 380 jovens de 13 Estados afim de experiências de experiências sobre o tema “protagonismo juvenil”. Em depoimentos coletados por alguns dos jovens presentes durante uma atividade, os entrevistados afirmam seu orgulho em ser brasileiro, não se aposentando, porém, a responsabilidade e o dever da ação de exercer sua cidadania em seu convívio social. Entretanto, duas das maiores dificuldades encontradas por eles para isso foram: a falta de reconhecimento de sua capacidade individual e como tal individualismo para impedir de ajudar o próximo.

Em primeiro plano, atualmente nota-se constantemente a apreensão dos filhos por debaixo das “asas dos pais”, impedindo-os de alçar voos em sua vida. Tal ato de proteção excessiva faz com que os jovens não consigam aplicar seu próprio protagonismo. A animação “Procurando Nemo” retrata o protagonista Marlim, pai de Nemo, que pressiona insestentemente em não atravessar o paredão e entrar em auto-mar, como é descrito no filme. A ação de Nemo de ceder ao controle do pai e ser capturado, mostra uma visualização do poder excessivo dos pais sobre os filhos, o que se relaciona claramente com a carência de reconhecimento da necessidade de protagonismo individual.

Aliado a isso, uma imposição de uma individualidade mau estruturada, faz com que o jovem “amadureça” de forma que não se desenvolva um pensamento coletivo. Nesse contexto, o individualismo jovem é de extrema notificação, tendo em vista que a formação de uma sociedade nacional não pode se basear em garantias de liberdades solo e resguarde de prosperidade de uma nação, tendo como resultado um frágil e derradeiro desenvolvimento da humanidade como um pendência. Com isso, a preocupação coletiva é de importância importante na formação estrutural de cada indivíduo, o que faz com que ele exerça correta e produtivamente a sua cidadania e participação social.

Em suma, deve-se obter uma percepção de que uma estrutura familiar influencia praticamente cem por cento da formação de um jovem que, futuramente, deve agregar à sociedade. Isso pode causar certa pressão, ocasionando em doenças emocionais e ligadas a saúde mental, evidenciando ainda mais o papel da família nesse crescimento social e estrutural. A fim de que o jovem ou até mesmo o adolescente que se sinta interessado em oferecer sua cidadania, o Governo Federal, aliado à Ministérios de Saúde e Educação, bem como prefeituras e congressos, deve proporcionar palestras e opções de apoio familiar para auxiliar no amadurecimento do filho e, consequentemente, no futuro da nação em que se vive.