Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 05/09/2020
Durante anos a educação não era reconhecida como direito, mas privilégios de poucos a exemplo do clero e sua dominação de conhecimento na Idade Média. Nesse contexto, o atual cenário educacional brasileiro se encontra desafiador no fornecimento de educação para todos, o qual apresenta problemas que dificultam em sua melhoria. Assim, tanto a baixa qualidade do fornecimento de ensino quanto a presença da violência no ambiente escolar são fatores que dificultam na minimização desses obstáculos.
Em primeira análise, é notório que a falta de ensino de qualidade, prejudica no desenvolvimento educacional, o qual apresenta um quadro de baixo rendimento e interfere no crescimento profissional. Desse modo, de acordo com o Construtivismo, sob ótica de Jean Piaget, o qual acreditava que uma educação de qualidade é aquela que promove o desenvolvimento global do indivíduo em seu aspecto cognitivo, social e efetivo. Nesse sentido, compra a visão de que a fragilidade na didática escolar promove uma sociedade debilitada e a diminuição no desenvolvimento profissionalizante eficiente.
Em segunda análise, a presença da violência no ambiente escolar e fora desse local, é extremamente negativo na promoção de educação para todos os cidadão. Nessa perspectiva, segundo a antropóloga e socióloga Alba Zaluar, a qual afirma que o motriz para a violência é a soma de fatores sociais. Logo, o espaço que essas crianças e adolescentes vivem reflete em seu comportamento, o qual desenvolve um ensino debilitado e não eficiente, em que prejudica na formação profissional de cada cidadão e na interação entre cada pessoa.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação, desenvolver projetos de melhoria educacional, por meio de aulas de reforço e maior atenção para com os alunos que possuem mais dificuldades de aprendizagem, a fim de melhorar o desenvolvimento escolar de cada discente. É importante, também, que o Estado, juntamente com as escolas desenvolvam políticas voltadas ao combate da violência, mediante a rodas de conversas que incentivem as interações e conhecimentos acerca das consequências de atos agressivos e violentos, com a finalidade de desenvolver melhor comportamento no ambiente educacional e propagar melhor desenvolvimento pedagógico, em que diferente do que acontecia durante a Idade Média, a educação possa ser direito de todos.