Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 17/08/2020
Quando se discute qualquer problema no Brasil nos últimos anos, a educação sempre surge como atividade fundamental de transformação social. Mas o fato é que pouco se fez para transformar essa realidade. As escolas do país possuem problemas que acarretam nas altas taxas de evasão e baixo nível de ensino. Causa de tais problemas destacam-se as estruturais, como o currículo escolar engessado, e fatores externos ao âmbito escolar, como a miséria. Uma fundamental razão para o problema na educação brasileira é a desadequação no que tange a matriz curricular, no nível médio em primazia. Diferentemente de países desenvolvidos, como nos Estados Unidos, em que o aluno constrói a própria grade curricular baseado naquilo que ele tem interesse, aqui os alunos são obrigados em grande parte a seguirem uma regra do Ministério da Educação, uma lista dispersa de disciplinas. Isso reduz o interesse do aluno em continuar estudando, uma vez que o mercado não têm interesse no aluno recém formado, pois ele não é especializado, e sua continuidade, como chegar ao ensino superior, se resume a uma prova e não a todo seu contexto escolar. É válido ressaltar que o aluno principalmente nas escolas públicas dificilmente possui um atendimento personalizado. É cultural que aqui se tenham turmas de 40 ou 50 alunos, e os professores precisem cumprir 2 ou 3 turnos de trabalho para terem o básico. Sendo esse um problema estrutural grave que precisa ser resolvido. Portanto, é necessário um combate em diversos pontos para reduzir o problema das escolas brasileiras. O Ministério da Educação precisa rever a grade escolar em respeito a diversidade individual, cultural e regional. Aliado a esse processo, a construção de um novo formato educacional, em detrimento aos antigos padrões lousa e prova, com a prática real dos conceitos e suas formas de utilização na sociedade atual. Também, o Estado em conjunto, precisam garantir o direito fundamental a educação com o acompanhamento em tempo real das famílias em situação critícas. naturalmente teremos um Brasil mais igualitário.