Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 20/05/2020

A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - assegura a todos o direito de educação. Entretanto, nas últimas décadas, a negligência e corrupção governamental impedem que substancial parcela da população brasileira usufruam convenientemente desse direito internacional. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover melhorias no sistema de educação do país, para que jovens tenham seu futuro profissional comprometido.

Em um primeiro plano, o descaso governamental inviabiliza a construção de um efetivo sistema educacional. Nesse sentido, o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - publicou uma pesquisa, na qual mostrava que 12% dos jovens brasileiros abandonaram as escolas. Dessa forma, é evidente que o descaso governamental é uma problemática à sociedade brasileira, pois diversos jovens que não tem acesso adequado a educação, por não perceberem benefícios em se manter estudando, optam pela evasão escolar, prejudicando, assim, seu futuro profissional.

Sob esse viés, a corrupção governamental impede o desenvolvimento do sistema educacional brasileiro. A esse respeito, o revolucionário Nelson Mandela desenvolveu uma tese, no qual afirmava que a educação é a arma mais poderosa do mundo. Assim, é compreensível que o Brasil seja um país subdesenvolvido, uma vez que políticos corrompem verbas que seriam investidas em educação, inviabilizando que jovens usufruam da arma mais poderosa do mundo: a educação.

Portanto, é mister que o Estado tome providências visando amenizar o quadro atual. Dessa forma, para acabar com a corrupção e má utilização do dinheiro público, urge que o Supremo Tribunal Federal, por meio de investigações sigilosas e declarações dos políticos sobre o uso do capital público, fiscalize, de forma eficaz, o destino das verbas governamentais e se estão sendo adequadamente utilizadas. Assim, o dinheiro que antes era corrompido será investido em projetos educacionais, construindo, enfim, uma sociedade mais justa e culta, como pressuposto pelas normas da Constituição Federal de 1988.