Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 18/02/2020

A série espanhola Elite, original Netflix, retrata o dia a dia de jovens de classe econômica baixa que são inseridos em um colégio elitista de classe alta, tornando a escola palco de disputas, impasses e violência. De forma análoga, a ficção e a realidade dialogam entre si mostrando elementos comuns, como a violência e falta de investimento no setor.

A priori, segundo o artigo 205 da Constituição Federal de 1988 todos os cidadãos tem direito igual a educação. Porém, medidas como a extinção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) prejudicam cerca de 20 milhões de estudantes, de acordo nota técnica do Dieese, indo contra normas básicas instituídas pela constituição brasileira.

A posteriori, para o autor José Gabriel da Cunha “Um país que não investe em educação põe uma barreira em sua evolução”. Sendo assim, a falta de investimentos nesse setor tem como consequência direta a desinformação do ser e ações como o desmonte do Fundeb retrata de forma prática a aplicação desse pensamento.

Ademais, a música “Only the young” de Taylor Swift possuí em seu trecho a seguinte fala “Você vai para a aula, com medo pensando onde seria o melhor esconderijo”. Desse modo, ela exemplifica o pensamento de 85,5% dos docentes e dos estudantes, que segundo o Instituto Locomotiva, já sofreram algum tipo de violência e se sentem inseguros com ambiente educacional nacional.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação e ao Ministério da Cidadania agirem em parceria, por meio de palestras em escolas e outras repartições públicas, que tenham como proposta trabalhar a importância da educação e de que forma ela pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida do cidadão. Dessa forma, será possível reduzir substancialmente as estatísticas, gerando melhorias na vida de milhares de brasileiros.